Mostrando postagens com marcador séries. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador séries. Mostrar todas as postagens

Eu tenho mania de ficar fuçando várias séries na Netflix e, dessa vez, encontrei a Switched at Birth que me pareceu bem interessante, tanto pelo enredo quanto pelo desenrolar que assisti nos primeiros episódios. Então vou contar um pouco pra vocês.
Tudo começa quando Bay, uma menina de família rica que estuda em um dos melhores colégios da alta classe, aprende a fazer um exame de tipagem sanguínea em uma aula e descobre que é tipo AB. Achando isso um máximo, pois é uma tipagem rara, ela não para de mencionar isso para a família, porém seu pai garante que isso não é possível, pois ele e sua mãe são tipo A e isso torna inviável um filho AB. Bay sempre percebeu que é totalmente diferente da família, não só fisicamente, mas também em sua personalidade e a afirmação de seu pai só deixa mais dúvidas e é quando a adolescente pede para sua mãe ajudar a acabar com essas dúvidas. Quando o exame de DNA confirma as suspeitas de Bay, ela se torna uma garota revoltada e com raiva, pois, apesar de imaginar qual seria o resultado, não era o que desejava.
Não demora muito para que o hospital encontre a família que está com a filha biológica da rica família Kennish. Daphne mora com a mãe e a avó na parte pobre da cidade e causa grande impacto para a família biológica quando estes descobrem que ela é surda desde os três anos.
Daphne se sente tão perdida quanto Bay, porém é mais receptiva a nova família e tenta ao máximo não mudar sua relação com a mãe de criação porque não quer magoá-la. Daphne tem muitas dificuldades com a nova família já que eles não sabem lidar com sua deficiência além de serem muito autoritários e quererem impor regras que ela não costumava ter.
Bay, no início, não se abre nem com a família de criação e nem com a mãe biológica. Demora um tempo até ela finalmente aceitar a situação, mas, aparentemente, sua mãe biológica aceita tanto quanto ela de forma que começamos a notar as semelhanças entre as duas.
As famílias decidem tentar se juntar para terem a oportunidade de conhecer as filhas biológicas sem brigas, porém há ainda muitos conflitos para serem resolvidos de forma que todos fiquem satisfeitos.

Switched at Birth

by on 11:23
Eu tenho mania de ficar fuçando várias séries na Netflix e, dessa vez, encontrei a Switched at Birth que me pareceu bem interessante, ta...


Olá, viram que essa semana tenho seguido certinho o roteiro que preparei? Espero continuar pontual nas próximas.
Então hoje é dia de playlist porque acho que na sexta é dia de música mais que qualquer outro dia. Na quarta já fiz uma resenha da série Orphan Black e hoje estou trazendo a trilha sonora da série para que é bem variada.
E amanhã terá um assunto novo no blog, pra acompanhar as postagens é só curtir a página do facebook: Menina-Moça

1.Bad Girls - M.I.A


2.Elephant - Tame Impala



3.Lovefool - The Cardigans



4.Centipede - Knife Party



5.I'm Bitch - Meredith Brooks



6.Le Petite Mort -  Cœur de pirate

Playlist #15: Orphan Black

by on 12:57
Olá, viram que essa semana tenho seguido certinho o roteiro que preparei? Espero continuar pontual nas próximas. Então hoje é dia de...

Olá, hoje, quarta-feira, é dia de série. Por incrível que pareça para mim mesma, achei mais uma série para assistir, como se já não bastasse todas as que estou acompanhando. Mas enfim, essa série me causou muita curiosidade, então vou contar um pouco sobre ela.
Há algum tempo acho que vi alguma propagando falando sobre Orphan Black, mas só uns dias atrás tive a curiosidade de assistir de tanto que aparecia nas indicações da netflix.
Para quem ainda não conhece nem ouviu falar, Orphan Black conta a história de Sarah, uma órfã que cresceu com uma mãe e irmão adotivos. Ao que parece, Sarah sempre foi uma garota problemática se envolvendo com as pessoas erradas, por conta disso é impedida de recuperar a filha que mora com sua mãe adotiva, um dia, em uma estação de trem, ela vê uma mulher jogar-se na frente de um trem, mas o que a deixa assustada é o fato da suicida ser igual a ela. Apesar disso, Sarah ignora o fato de a desconhecida ser possivelmente algum familiar, tudo o que ela quer é assumir o lugar da desconhecida, que descobre ser a detetive Beth, e roubar todo o dinheiro que ela tem para fugir com a filha. Parece ser o plano perfeito se Beth também não tivesse seus problemas que incluem assassinos misteriosos e mais outras mulheres iguais a elas.
Não sei se deu para perceber pela tentativa de sinopse que fiz, mas Orphan Black tem muita ação e mistérios, o ritmo lembra filmes policiais, porém, o gênero dessa série é ficção científica.Sarah é um personagem de personalidade forte e corajosa, apesar de querer muito fugir com a filha, ela decide enfrentar as situações e mistérios que envolvem a própria vida para ser uma pessoa melhor para só então buscar a filha.
A primeira mulher idêntica que Sarah encontra é a detetive Beth, depois de um tempo ela conhece Alison, uma mãe do subúrbio que está sempre estressada com tudo e se preocupa muito em proteger seus filhos, em seguida aparece Cosima, uma estudante universitária de biologia evolutiva do desenvolvimento que é quem procura resolver os mistérios relacionados à genética dessas mulheres. No decorrer dos episódios outras "Sarahs" iguais em aparência, mas totalmente diferentes umas das outras vão aparecendo e trazendo mais peças para ajudar a montar o quebra-cabeça.
Além dessas mulheres há também outros personagens muitos fortes, seja pela possibilidade de estarem envolvidos nas experiências científicas realizadas com a protagonista, ou por trazerem um toque a mais para a série. Felix, por exemplo, é o irmão gay adotivo de Sarah. Ele é um pintor extravagante em tudo o que faz e traz um pouco de humor junto com a irmã já que os dois costumam ser muito sarcásticos. Felix é quem sempre ajuda Sarah em tudo que ela precisa e também parece ser tão problemático quanto ela. Quando ele descobre sem querer o segredo que a envolve, acaba se tornando importante na busca de resposta, pois está sempre disponível para ajudar.
Orphan Black já está na segunda temporada, mas eu ainda estou na primeira e já recomendo.

Orphan Black

by on 11:40
Olá, hoje, quarta-feira, é dia de série. Por incrível que pareça para mim mesma, achei mais uma série para assistir, como se já não bas...
Antes de partir para a Playlist preciso assumir que ando muito relaxada com o blog, portanto criei uma programação para evitar que o Menina-Moça fique tanto tempo sem postagens. Além de resenhas e textos pretendo colocar algo novo no blog, mas deixarei isso um pouco mais para frente, também estou pensando em uma possível promoção para dar um up por aqui. Então, semana que vem, terão posts novos por aqui e tentarei ao máximo postar nos dias corretos.
Agora, partindo para a playlist, hoje decidi colocar algumas músicas que tocam em aberturas de séries, espero que curtam.

1.I Don't Want To Be - Gavin Degraw (One Tree Hill)

2.Secret - The Pierces (Pretty Little Liars)

3.California - Phantom Planet (The O.C)

4.I'll Be There For You - The Rembrandts (Friends)

5.Chalala - Blubell (Aline)

Outra noite eu estava procurando alguma série interessante para assistir e, bem por acaso, encontrei essa (Des)encontros que está mais para uma "mini-série", pois tem apenas cinco capítulos que contam a história de cinco casais, ou seja, uma história por episódio. A série brasileira estreou no dia 17 de maio do ano passado (2014) na Sony, se originou de um curta metragem que foi apresentado como o episódio piloto. Como eu fui descobrir isso tudo essa semana, imagino que existam mais pessoas perdidas como eu por aí então vou falar um pouco sobre a série hoje.
Esses cinco casais não têm nenhuma relação um com o outro, cada episódio é totalmente diferente do anterior. Por conta disso vou contar bem pouco para não dar spoilers já que são episódios muito curtos, cerca de meia hora apenas.

Gael (Paulo Vilhena) e Lara (Thaila Ayala) são perfeitos um para o outro, o problema é que os dois não se conhecem apesar de terem se cruzado diversas vezes durante a vida.
Pra mim, o primeiro episódio foi o melhor por ser o mais fofinho. Aliás foi esse curta metragem que deu início à série.








Arthur e Diana são amigos desde sempre, inclusive estão sempre ajudando um ao outro, ela tem um cachorro e ele um filho adolescente, mas não há bem uma divisão porque assumem a responsabilidade um do outro assim como um bom casal, porém não têm coragem de assumir seus sentimentos.









André é um tremendo mulherengo que encontrou na culinária uma forma de conquista. Ele tem um esquema bem elaborado para a conquista perfeita, inclusive um sequência de pratos irresistíveis para encantar as mulheres que leva até sua casa, mas um dia conhece Júlia, uma médica que resiste aos seus encantos e seus fabulosos pratos.







Luís e Patrícia são casados há sete anos, os dois são jornalista no mesmo Jornal televisivo, porém enquanto ela trabalha apenas em pequenas matérias na rua, ele está a frente na apresentação. As rusgas profissionais entre os dois acabam atrapalhando a vida particular.





Godo conhece a bela e esportista Elisa na praia e se encanta por ela a primeira vista. Como neste encontro ele está em um carrão decide mentir que é um milionário para tentar conquistá-la, mas na verdade é apenas um manobrista gordinho e nada fã de exercícios físicos.

(Des)encontros

by on 15:29
Outra noite eu estava procurando alguma série interessante para assistir e, bem por acaso, encontrei essa (Des)encontros que está mais para ...