Sinopse: Rebecca Bloom é uma jovem londrina com o péssimo hábito do consumismo compulsivo. Apesar de ser uma jornalista especializada em mercado financeiro, não consegue controlar as finanças pessoais. Endividada até a alma, vive fugindo do seu gerente de banco e procurando fórmulas mirabolantes para pagar a fatura do cartão de crédito. E ainda encontra tempo para se apaixonar. Um romance muito divertido que faz um retrato de muitas mulheres das grandes cidades.

Resenha: Rebecca Bloom é uma jornalista especializada em finanças, quer dizer, é uma jornalista perdida em uma revista de finanças, porque quando se trata de economizar e fazer o melhor negocia Becky entende é nada do assunto. Apesar disso finge bem usando o releases para as matérias pelas quais fica responsável.
Becky tem 25 anos e uma cabeça de uma adolescente de 15 com um cartão de crédito na mão. Sabe quando estamos nessa idade e sonhamos ter nosso cartão cada vez que entramos em uma loja de roupas, bolsas, calçados e tantas outras consideradas o paraíso das mulheres? Pois é. A diferença é que Becky não percebeu que não basta ter um cartão VISA, ela precisa de dinheiro para pagar todos esses gastos mais tarde.
O livro já começa com cartas do banco atrás do pagamento das dívidas e no decorrer várias outras chegam pedindo para que ela retorne com uma resposta para negociações, no entando tudo o que Becky faz é “matar” o cachorro, “adoecer” uma tia, “quebrar” a própria perna e pegar doenças muito sérias para evitar o banco. Ela é muito mais imatura do que caloteira. Não é que não queira pagar, na verdade ela até tenta pensar em uma solução para conseguir dinheiro, mas cada vez que surge a simples possibilidade de conseguir algum as contas “desaparecem” da sua cabeça e ela já começa a pensar no que poderá gastar esse dinheiro das economias ainda nem feitas.
Ela tem sério problemas quando o assunto é compras, mas nem de longe o livro é alguma lição de moral ou algo para conscientizar o leitor a comprar menos, de jeito nenhum. Os Delírios de Consumo de Becky Bloom é um livro divertidíssimo, e as saias justas dela com Luke Brandon não ficam pra trás.
Sinopse: Quando cai o raio isso só pode signficar problemas - como Jessica Mastriani descobre ao ser pega de surpresa com sua melhor amiga Ruth em uma tempestade. Não que Jess tentasse evitar confusões, pelo contrário. Afinal, ela sempre acaba envolvida com o time de futebol e presa na detenção por meses sem fim... Pelo menos isso tinha seus pontos positivos, como se sentar perto de Rob, o motoqueiro mais gato da escola!
Mas dessa vez o problema é sério... Porque, de alguma maneira, ao voltar para casa sob aquela tempestade, Jessica se vê com um talento inédito. Um incrível poder que pode ser usado para o bem... ou para o mal.


Resenha: Tudo começa quando Jessica vai parar na detenção, mais uma vez, após agredir um dos jogadores do time de futebol para defender a amiga Ruth. Nada fora do normal para Jess que simplesmente não consegue ficar longe de uma briga e, consequentemente, da detenção na qual comparece todos os dias. Até que sua amiga Ruth decide que é melhor irem para casa a pé para perder uns quilinhos, nada de mal nisso se, justo naquele dia, não caísse uma tempestade e estaria ainda tudo ok se Jess não fosse atingida por um raio. Apesar desse "pequeno" susto a garota se sente normal e não vê porquê de ir ao hospital (Pra que né? Foi só um raiozinho de nada.). As coisas passam a ficar estranhas quando ela acorda e, do nada, sabe exatamente onde estão as crianças desaparecidas que vira na caixa de leite no dia anterior. Jess fez o que provavelmente qualquer pessoa faria, ligou para o número na caixa de leite e informou a polícia, é a coisa certa a se fazer, não é? Talvez. O problema é que Jess não esperava que dois agentes federais aparecessem no colégio atrás dela.
Ok, vamos ser sinceros, sou bem suspeita ao falar dos livros da Meg já que ela é minha diva do YA. Quando Cai o Raio tem a narrativa na mesma linha d'O Diário da Princesa, é engraçado, leve e flui bem naturalmente.
Dá licença? A protagonista se chama Jessica, ponto para ele.
A trama é ótima e bem bolada, mas o que mais me encantou foram os personagens. A Jess é toda protetora com as pessoas que ama, apesar de jurar de pés juntos que a culpa de toda essa confusão é da melhor amiga Ruth a defende de qualquer maneira, só que recorre a um método um tanto quanto violente, tipo esmurrando quem provoca seus irmãos ou sua amiga. Ruth também é bem legal, é como aquela amiga complexada do colégio. . Não dá pra falar de um por um, mas adorei demais eles.
Desaparecidos é uma série com cinco livros "Quando cai o raio" "Codinome Cassandra" "Safe House" "Sanctuary" "Missing You".
"Mandaram que eu escrevesse um relato, em primeira pessoa, sobre o que aconteceu comigo, falando toda a verdade e nada mais do que a verdade. Então tá. O que aconteceu comigo: fui atingida por um raio. Tudo culpa da Ruth, que resolveu que queria voltar da escola andando, para queimar uns quilinhos… Acabou que eu é quem fui queimada."


Sinopse:  Este é um livro de estreia vibrante, profundamente romântico e imperdível. Lennie Walker, de dezessete anos de idade, gasta seu tempo de forma segura e feliz às sombras de sua irmã mais velha, Bailey. Mas quando Bailey morre abruptamente, Lennie é catapultada para o centro do palco de sua própria vida - e, apesar de sua inexistente história com os meninos, inesperadamente se encontra lutando para equilibrar dois. Toby era o namorado de Bailey, cujos sentimentos de tristeza Lennie também sente. Joe é o garoto novo da cidade, com um sorriso quase mágico. Um garoto a tira da tristeza, o outro se consola com ela. Mas os dois não podem colidir sem que o mundo de Lennie exploda...

Resenha: O livro é contado em primeira pessoa através de Lennie, uma personagem simples e ao mesmo tempo complicada. Ela sempre fora acostumada a ser a irmã tímida, contida, sempre à sombra da talentosa Bailey, uma garota de dezenove anos, cheia de vida, planos e sonhos. O mundo de Lennie vira de cabeça para baixo quando sua irmã morre. Agora junto da avó e tio Big ela tenta superar a ausência da irmã, mas sua repentina atração sexual por Toby, namorado de Bailey, não ajuda e as coisas só ficam piores quando conhece Joe Fontaine por quem se apaixona perdidamente, porém esse amor não a mantém longe de Toby.

“Apesar da tristeza, meus olhos deslizam das botas pretas para as pernas cobertas pela calça jeans, o interminável torso e, finalmente, param em um rosto tão animado que sinto ter interrompido uma conversa entre ele e a partitura”

Confesso que de início estranhei um pouco a escrita, mas logo meus olhos passaram a deslizar tranquilamente nas palavras. Me senti dentro da mente confusa de Lennie mesmo que muitas vezes não entendesse suas atitudes e pensamentos. A verdade é que se esses pensamentos fossem simples e compreensíveis não seria real o bastante, afinal ela é uma adolescente de dezessete anos que acaba de perder a irmã apenas dois anos mais velha.
Após a morte de Bailey, Lennie também passa a questionar muito sobre a mãe que as deixou há dezesseis anos com a avó e nunca voltou ou deu um telefonema para saber das filhas. Até aquele momento se contentara com a história de que as mulheres da família eram aventureiras que não conseguiam se manter um lugar só, mas isso passa a não bastar para explicar o sumiço.

Gostaria que soubesse que lembro da primeira vez que te vi entrar naquela sala no primeiro dia de aula. Em uma cidade pequena, dessas que todo mundo se conhece, estranhei nunca ter visto aquela garota aparentemente tão tímida, sempre andando com o olhar baixo, sem coragem de olhar nos olhos de alguém, talvez por isso ninguém mais tenha te notado ou se importado com sua presença tão discreta, mas eu notei.
Em um final de tarde te vi na praça perto de casa e passei a arrumar desculpas pra passar por ali todo dia naquele horário. Estava sempre com fones nos ouvidos e um livro na mão, entendi como um recado para me manter longe, você não estava ali procurando conversa, muito menos estava interessada em flertes inconvenientes com um babaca do colégio e eu sabia que, aos seus olhos, eu era esse babaca. Então apenas te observei de longe.
Disseram que tinha se mudado com seus pais, mas nada além disso. Você era um mistério pra mim e talvez esse foi o motivo de ter te colocado na cabeça e não conseguir mais tirar. Eu queria te descobrir, saber mais sobre você, mas não tinha coragem de me aproximar, nunca fui bom em falar com garotas e me sentia pior ainda porque você é longe do comum.
Um dia passou ao meu lado no corredor e te chamei, não foi impressão sua, mas quando se virou e me olhou perdi a coragem e nem ao menos tinha pensado no que falar, foi puro impulso chamar seu nome, mas foi a primeira vez que me direcionei a você por mais estúpido que tenha parecido naquele momento.
Naquela festa foi uma surpresa te encontrar. Não sabia que conhecia a aniversariante que, por acaso, é afilhada dos meus pais. Você ficava mais afastada, geralmente eram as meninas da nossa turma que tentavam te fazer se sentir a vontade e eu só olhava de longe tentando tomar coragem pra puxar conversa, mas quando finalmente voltei a te encontrar tinha aquele cara, ele é mais velho, deve entender melhor de garotas que eu, com certeza.
Não tenho mais te visto na praça todas as tardes, chego no horário de sempre e te espero perto do banco que costumava sentar, mas você nunca chega. Agora tem essa garota com quem estudei desde o jardim de infância que sempre senta ao meu lado e conversa sobre coisas aleatórias. Ela é legal, mas estou sempre te esperando chegar e sentar naquele banco.
Hoje, mais uma vez, você não apareceu. Levo minha companheira de espera até em casa e vou embora, amanhã talvez te encontre.


Jéssica de Paula
E a sexta-feira chegou, junto com ela a expectativa das férias que estão aí pertinho (só mais uma semana). Final de semestre aquela bagunça por isso a falta de atualização aqui no blog, sem contar o cansaço mental de tanto estresse dos trabalhos da faculdade, mas aqui está mais um post com uma nova playlist simplesmente com as músicas que estou ouvindo hoje, porque a criatividade mandou lembranças.

Meghan Trainor - All About That Bass

 

Taylor Swift - Shake It Off

 

Jessie J, Ariana Grande, Nicki Minaj - Bang Bang

 

Demi Lovato ft. Cher Lloyd - Really Don't Care 

 

Avicii - Lay Me Down 

 

David Guetta - Play Hard ft. Ne-Yo, Akon

 

Calvin Harris - I Need Your Love ft. Ellie Goulding

 

Ariana Grande - Break Free ft. Zedd

 

Anitta - Na Batida 

(obs: vai ter Anitta, sim, e se reclamar tem Valesca kkkk)

 

Anitta - Não Para

 

Bom final de semana. 

Playlist #5: Sexta-feria

by on 16:29
E a sexta-feira chegou, junto com ela a expectativa das férias que estão aí pertinho (só mais uma semana). Final de semestre aquela bagunça...

Ela tem fugido e ignorado. A realidade é colocada embaixo do seu belo tapete naquela linda sala de estar na qual nunca recebe ninguém porque está sempre ocupada demais para reparar em todas estas pessoas que, para ela, não passam de sombras. Não percebe que a sombra é ela. Ninguém a percebe, sua falta não é sentida, sua presença é indiferente porque o mundo apenas devolve toda essa indiferença. Como se o passado fosse mudar, ela fecha os olhos na esperança de voltar para uma realidade em que tudo não passara de um pesadelo. Mas eles se foram, ele se foi e não é capaz de mudar os fatos.
Tivera tanto medo da solidão que agora se isola porque esta é sua única proteção, antes isso que passar por todo aquele sofrimento novamente, não é mesmo?
Então ela acorda sozinha, toma seu café e, ao sair de casa, observa o nada na parede que costumava ter tantas fotos em porta retratos exagerados e coloridos. Vai para o trabalho e faz suas obrigações visando um lugar melhor onde não tem real significado para qualquer uma das pessoas a volta. No almoço, sozinha. À noite pede uma pizza e vê aquele programa chato que seus antigos amigos a obrigavam a ver, pois era a única em desacordo. Agora o cachorro não fica atrapalhando, querendo pular no sofá e roubar a comida, talvez seja vantagem não tê-lo mais.
Antes de dormir se pergunta onde estarão, será que se lembram de tudo aquilo? Daquela antiga vidinha em que nada podia incomodá-los? Será que ele ainda se lembra? Será que ainda sente aquele mesmo amor ou simplesmente esqueceu? Não importa.
A vida muda, as pessoas mudam e se vão. Todos estão sempre indo.
A partida é inevitável.
Ela escolheu evitar a chegada.
Escolheu a solidão.
Escolheu ser apenas um fantasma.
Ela é apenas uma sombra do que já foi um dia.

Jéssica de Paula

Um pouco sobre a solidão

by on 18:58
Ela tem fugido e ignorado. A realidade é colocada embaixo do seu belo tapete naquela linda sala de estar na qual nunca recebe ninguém p...

Quem assiste ou apenas por um acaso já viu a abertura de Pretty Little Liars deve ter ouvido The Pierces, uma dupla formada pelas irmãs Allison e Catherine Pierce. A música de abertura da série tem um quê de mistério pra combinar com a estória baseada no livro de mesmo nome escrito por Sara Shepard. Bom, faz um tempo que já nem assisto a série, mas desde que ouvi a música Secret, das irmãs Pierce, fui buscar um pouco mais sobre elas e gostei de muitas outras. Suas músicas são uma mistura de folk, pop e rock psicodélico e o primeiro álbum foi lançado em 2000, mas na época não fez muito sucesso e o mesmo aconteceu com o álbum lançado em 2005. Foi só em 2007, com o álbum Thirteen Tales of Love and Revenge (Treze contos de amor e vingança), que elas começaram a aparecer, principalmente com a música Secret que apareceu até mesmo em um pequeno comercial de Dexter (e reparem como a letra combina) e na série Gossip Girl.
Para quem já ouviu, gostou e quer conhecer um pouco mais das irmãs pode acessar o site delas aqui. E pra quem ainda não ouviu separei algumas músicas para o post.

















The Pierces

by on 13:02
Quem assiste ou apenas por um acaso já viu a abertura de Pretty Little Liars deve ter ouvido The Pierces, uma dupla formada pelas ...